terça-feira, 19 de março de 2013

invasão no setor união


A MISÉRIA DO NOSSO BRASIL






FOTO DA PRECÁRIEDADE DO NOVO SETOR

BELA VISTA PARA OS NOSSOS REPRESENTANTES


OLHA BEM ESTA IMAGEM DE PALMAS / TO

TST – Trabalhadores Sem Teto


A Constituição Federal falar no

Art. 1º A República Federativa do Brasil, que é formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de direito e tem como fundamentos:

1. a soberania;

2. a cidadania

3. a dignidade da pessoa humana;

4. os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

5. o pluralismo político;



Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Art. 3º Falar em Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

1. construir uma sociedade livre, justa e solidária:

2. garantir o desenvolvimento nacional:

3. erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais:

4. promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.



Art. 5º Falar todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiro e os estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito á vida, á liberdade, á igualdade, á segurança e á propriedade nos termo da lei.



Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o laser, a segurança, a previdência social, a proteção á maternidade e á infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.



Foi citado uns trechos da Constituição Federativa do Brasil, que falar que o povo tem direitos. Mais não é isso que agente ver na realidade, alguns representantes que o povo elege são arrogantes e acha que é dono do mundo, o Brasil já melhorou muito é tem capacidade de melhora cada vez mais.

Povo tem que cobra seu direito e os representantes que si dedicar ao seu povo com respeito. Por que á invasões? Por que os nossos políticos não estão interessado em trabalhar para o povo que o elegeu, esta tendo uma invasão no setor união no aureny III, com uma média de 300 familiar , será que todas pessoas pra ter seu direito a moradia tem fazer isso. Viver numa situação precária.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O ESTADO DO TOCANTINS TEM VÁRIOS PERSONAGENS É NÃO UMA SÓ PESSOA

        O Estado do Tocantins teve varias fases para chegas á ser um Estado Federativo do Brasil, e nesse processo varias pessoas participaram da divisão do Estado eu seria hipoquita se falar que uma pessoa conseguiu. História da humanidade é escrita de lutas derrotas e vitórias que poucos nomes são escrito, mas na realidade á humanidade toda lutou  unidos vencerão ou perderão. Assim também é a história do Tocantins.    

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

UM POUCO DA HISTÓRIA DO TOCANTINS

 

Tocantins - História

História do Tocantins é uma compilação acerca dos fatos históricos que culminaram com a criação do nosso Estado, em 05 de outubro de 1988.
Conhecer a História do Tocantins é muito mais do que só saber sobre a sua criação. É também buscar entende-lo dentro do contexto da história geral do Brasil e, principalmente, nas suas particularidades, onde se configuram sua formação social, as formas de resistências e as buscas de alternativas da população diante das adversidades. Esse trabalho visa apontar caminhos para a compreensão desses fatos. Nesse sentido apresenta a construção dessa história em dois momentos: no primeiro, o leitor tem acesso a uma síntese da história econômica e social do Antigo Norte de Goiás, até a segunda metade do século XX. Num segundo momento, o texto trata especificamente dos processos históricos que culminaram com a criação do Estado do Tocantins, até a implantação da capital, Palmas.

a) Desbravamento da região

A colonização do Brasil se deu dentro do contexto da política mercantilista do século XVI que via no comércio a principal forma de acumulação de capital, garantido, principalmente, através da posse de colônias e de metais preciosos.
Além de desbravar, explorar e povoar novas terras os colonizadores tinham também uma justificativa ideológica: a expansão da fé cristã. "Explorava-se em nome de Deus e do lucro, como disse um mercador italiano" (AMADO, GARCIA, 1989, p.09). A preocupação em catequizar as populações encontradas foi constante.
A colônia brasileira, administrada política e economicamente pela metrópole, tinha como função fornecer produtos tropicais e/ou metais preciosos e consumir produtos metropolitanos. Portugal, então, iniciou a colonização pela costa privilegiando a cana de açúcar como principal produto de exportação.
Enquanto os colonizadores portugueses se concentravam no litoral, no século XVII ingleses, franceses e holandeses conquistavam a região norte brasileira estabelecendo colônias que servissem de base para posterior exploração do interior do Brasil. Os franceses, depois de devidamente instalados no forte de São Luís na costa maranhense, iniciam a exploração dos sertões do Tocantins. Coube a eles a descoberta do Rio Tocantins pela foz no ano de 1610 (RODRIGUES, 2001).
O rio Tocantins foi um dos caminhos para o conhecimento e exploração da região onde hoje se localiza o Estado do Tocantins. Nasce no Planalto Central de Goiás e corta, no sentido sul-norte, todo o território do atual Estado do Tocantins.
Só mais de quinze anos depois dos franceses foi que os portugueses iniciaram a colonização da região pela "decidida ação dos jesuítas". E ainda no século XVII os padres da Companhia de Jesus fundaram as aldeias missionárias da Palma (Paranã) e do Duro (Dianópolis) (SECOM, 1998).

b) Norte de Goiás

O norte de Goiás deu origem ao atual Estado do Tocantins. Segundo a historiadora Parente ( 1999), esta região foi interpretada sob três versões. Inicialmente, norte de Goiás foi denominativo atribuído somente à localização geográfica dentro da região das Minas dos Goyazes na época dos descobrimentos auríferos no século XVIII. Com referência ao aspecto geográfico, essa denominação perdurou por mais de dois séculos, até a divisão do Estado de Goiás, quando a região norte passa a ser o Estado do Tocantins.
Num segundo momento, com a descoberta de grandes minas na região, o norte de Goiás passou a ser conhecido como uma das áreas que mais produziam ouro na capitania. Esta constatação despertou o temor ao contrabando que acabou fomentando um arrocho fiscal maior que nas outras áreas mineradoras.
Por último, o norte de Goiás passou a ser visto, após a queda da mineração, como sinônimo de atraso econômico e involução social, gerador de um quadro de pobreza para a maior parte da população.
Essa região foi palco primeiramente de uma fase épica vivida pelos seus exploradores, “que em quinze anos abriam caminhos e estradas, vasculharam rios e montanhas, desviam correntes, desmatam regiões inteiras, rechaçaram os índios, exploram, habitam e povoam uma área imensa....” (PALACIM, Luis,1979, p.30)
Descoberto o ouro, a região passa, de acordo com a política mercantilista do século XVIII, a ser incorporada ao Brasil. O período aurífero foi brilhante, mas breve. E a decadência, quase sem transição, sujeitou a região a um estado de abandono.
Foi na economia de subsistência que a população encontrou mecanismos de resistência para se integrar economicamente ao mercado nacional. Essa integração, embora lenta, foi se concretizando baseada na produção agropecuária, que predomina até hoje e constitui a base econômica do Estado do Tocantins (PARENTE, Temis Gomes, 1999, p.96)

c) Economia do ouro

As descobertas de minas de ouro em Minas Gerais no ano 1690 e em Cuiabá em 1718 despertaram a crença de que em Goiás, situado entre Minas Gerais e Mato Grosso, também deveria existir ouro. Foi essa a argumentação da bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera (filho do primeiro Anhanguera que esteve com o pai na região anos antes), para conseguir a licença do rei de Portugal a fim de explorar a região.
O rei cedia a particulares o direito de exploração de riquezas minerais mediante o pagamento do quinto, que segundo ordenação do reino, era uma decorrência do domínio real sobre todo o subsolo. O rei, não querendo realizar a exploração diretamente, cedia a seus súditos este direito exigindo em troca o quinto do metal fundido e apurado, a salvo de todos os gastos.
Em julho de 1722 a bandeira do Anhanguera saiu de São Paulo. Em 1725 volta com a notícia da descoberta de córregos auríferos. A partir desse momento, Goiás entra na história como as Minas dos Goyazes. Dentro da divisão do trabalho no império português, este é o título de existência e de identidade de Goiás durante quase um século.
Um grande contingente populacional deslocou-se para “a região do Araés, como a princípio se chamou essa parte do Brasil, que diziam possuir montanhas de ouro, lagos encantados e os martírios de Nosso Senhor de Jesus Cristo gravados nas pedras das montanhas. Era um novo Eldorado de histórias romanescas e contos fabulosos” ( ALENCASTRE, José Martins Pereira, 1979, p. 45).
Diante dessas expectativas reinou, nos primeiros tempos, a anarquia, pois era a mineração “alvo de todos os desejos. O proprietário, o industrialista, o aventureiro, todos convergiam seus esforços e seus capitais para a mineração” ( ALENCASTRE, José Martins Pereira, 1979, p. 18).
Inicialmente, as minas de Goiás eram jurisdicionadas à capitania de São Paulo na condição de intendência, com a capital em Vila Boa e sob a administração de Bueno, a quem foi atribuído o cargo de superintendente das minas com o objetivo de “representar e manter a ordem legal e instaurar o arcabouço tributário”. ( PALACIN, Luís, 1979, p. 33)

d) Formação dos arraiais

“Há ouro e água”. Isto basta. Depois da fundação solene do primeiro arraial de Goiás, o arraial de Sant'Anna, esse foi o critério para o surgimento dos demais arraiais. Para as margens dos rios ou riachos auríferos deslocaram-se populações da metrópole e de todas as partes da colônia, formando à proporção em que se descobria ouro, um novo arraial “que podia progredir ou ser abandonado, dependendo da quantidade de riquezas existentes”. (PARENTE, Temis Gomes, 1999, p.58)
Nas décadas de 1730 e 1740 ocorreram as descobertas auríferas no norte de Goiás e, por causa delas, a formação dos primeiros arraiais no território onde hoje se situa o Estado do Tocantins. Natividade e Almas (1734), Arraias e Chapada (1736), Pontal e Porto Real (1738). Nos anos 40, surgiram Conceição, Carmo e Taboca, e mais tarde Príncipe (1770). Alguns foram extintos, como Pontal, Taboca e Príncipe. Os outros resistiram à decadência da mineração e no século XIX se transformaram em vilas e posteriormente em cidades.
O grande fluxo de pessoas de todas as partes e de todos os tipos permitiu que a composição social da população dos arraiais de ouro se tornasse bastante heterogênea. Trabalhar, enriquecer e regressar ao lugar de origem eram os objetivos dos que se dirigiam para as minas. Em sua maioria eram homens brancos, solteiros ou desacompanhados da família, que contribuíram para a mistura de raças com índias e negras escravas. No final do século XVIII, os mestiços já eram grande parte da população que posteriormente foram absorvidos no comércio e no serviço militar.
A população branca era composta de mineiros e de pessoas pobres que não tinham nenhuma ocupação e eram tratados, nos documentos oficiais, como vadios.
Ser mineiro significava ser dono de lavras e escravos. Era o ideal de todos os habitantes das minas, um título de honra e praticamente acessível a quase todos os brancos. O escravo podia ser comprado a crédito, sua posse dava o direito de requerer uma data - um lote no terreno de mineração - e o ouro era de fácil exploração, do tipo aluvional, acumulado no fundo e nas margens dos rios.
Todos, uns com mais e outros com menos ações, participavam da bolsa do ouro. Grandes comerciantes e contratadores que residiam em Lisboa ou Rio de Janeiro mantinham aqui seus administradores. Escravos, mulatos e forros também praticavam a faiscagem - procura de faíscas de ouro em terras já anteriormente lavradas. Alguns, pela própria legislação, tinham muito mais vantagens.
O negro teve uma importância fundamental nas regiões mineiras. Além de ser a mão-de-obra básica em todas as atividades, da extração do ouro ao carregamento nos portos, era também uma mercadoria de grande valor. Primeiro, a quantidade de negros cativos foi condição determinante para se conseguir concessões de lavras e, portanto, para um branco se tornar mineiro. Depois, com a instituição da capitação no lugar do quinto, o escravo tornou-se referência de valor para o pagamento do imposto. Neste, era a quantidade de escravos matriculados que determinava o quanto o mineiro iria pagar em ouro para a Coroa. Mas a situação do negro era desoladora. Os maus tratos e a dureza do trabalho nas minas resultavam em constantes fugas.
A mão-de-obra indígena na produção para a exportação foi muito menor que a negra. Isso é devido ao fato da não adaptação do índio ao rigor do trabalho exigido pelo branco, gerando uma produção de baixa rentabilidade.

e) O controle das minas

Desde quando ficou conhecida a riqueza aurífera das Minas de Goyazes, o governo português tomou uma série de medidas para garantir para si o maior proveito da exploração das lavras. Foi proibida a abertura de novas estradas em direção às minas. Os rios foram trancados à navegação. As indústrias proibidas ou limitadas. A lavoura e a criação inviabilizadas por pesados tributos: braços não podiam ser desviados da mineração. O comércio foi fiscalizado. E o fisco, insaciável na arrecadação.
“Só havia uma indústria livre: a mineração, mas esta mesma sujeita à capitação e censo, à venalidade dos empregados de registros e contagens, à falsificação na própria casa de fundição, ao quinto (....), ao confisco por qualquer ligeira desconfiança de contrabando” (ALENCASTRE, José Martins Pereira, 1979, p. 18). À época do descobrimento das Minas dos Goyazes vigorava o método de quintamento nas casas de fundição. A das minas de Goiás era em São Paulo. Para lá que deveriam ir os mineiros para quintar seu ouro. Recebiam de volta, depois de descontado o quinto, o ouro fundido e selado com selo real.
O ouro em pó podia ser usado como moeda no território das minas, mas se saísse da capitania, tinha que ser declarado ao passar pelo registro e depois quintado, o que praticamente ficava como obrigação dos comerciantes. Estes, vendendo todas as coisas a crédito, prazo e preços altíssimos acabavam ficando com o ouro dos mineiros e eram os que, na realidade, canalizavam o ouro das minas para o exterior e deviam, por conseguinte, pagar o quinto correspondente.
O método da casa de fundição para a cobrança do quinto seria ideal se não fosse um problema que tomava de sobressalto o governo português: o contrabando do ouro, que oferecia alta rentabilidade: “os vinte por cento do imposto mais dez por cento de ágio”. Das minas para a costa ou para o exterior era sempre um negócio lucrativo, que “nem o cipoal de leis, alvarás, cartas régias e provisões, nem os seqüestros, devassas de registros, prêmios prometidos aos delatores e comissões aos soldados puderam por freio (....)”.( PALACIN, 1979, p. 49).
O grande contrabando era dos comerciantes que controlavam o comércio desde os portos, praticado (....) “por meio da conivência dos guardas dos registros, ou de subornos de soldados, que custodiavam o comboio dos quintos reais”. Contra si o governo tinha as dilatadas fronteiras, o escasso policiamento, o costume inveterado e a inflexibilidade das leis econômicas. ( PALACIN, 1979, p. 49). A seu favor tinha o poder político, jurídico e econômico sobre toda a colônia. Assim, decreta como primeira medida, em se tratando das minas, o isolamento destas.
A partir de 1730 foram proibidas todas as outras vias de acesso a Goiás ficando um único caminho, o iniciado pelas bandeiras paulistas que ligavam as minas com as regiões do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso, ficava interditado o acesso pelas picadas vindas do Nordeste - Bahia e Piauí. Foi proibida a navegação fluvial pelo Tocantins, afastando a região de outras capitanias - Grão-Pará e Maranhão.
À proporção que crescia a importância das minas surgiram atritos com os governadores das capitanias do Maranhão e Pará, “quando do descobrimento das minas de Natividade e São Félix e dos boatos de suas grandes riquezas (...). Os governadores tomaram para si a incumbência de nomear autoridades para os ditos arraiais e outras minas que pudessem surgir, a fim de tomarem posse e cobrarem os quintos de ouro ali existentes”.( PARENTE , 1999, p. 59).O resultado foi o afastamento dessa interferência seguido da proibição, através de bandos, da entrada das populações das capitanias limítrofes na região e a saída dos que estavam dentro sem autorização judicial.

f) Decadência da produção

A produção do ouro goiano teve o seu apogeu nos primeiros dez anos de estabelecimento das minas, entre 1726 e 1735. Foi o período em que o ouro aluvional aflorava por toda a região, resultando numa produtividade altíssima. Quando se iniciou a cobrança do imposto de capitação em todas as regiões mineiras, a produção começou a cair, possivelmente mascarada pelo incremento do contrabando na região, impossível de se mensurar.
De 1752 a 1778, a arrecadação chegou a um nível mais alto por ser o período da volta da cobrança do quinto nas casas de fundição. Mas a produtividade continuou decrescendo. O motivo dessa contradição era a própria extensão das áreas mineiras, que compensavam e excediam a redução de produtividade.
A distâncias das minas do norte, os custos para levar o ouro e o risco de ataques indígenas aos mineiros justificaram a criação de uma casa de fundição em São Félix em 1754. Mas, já em 1797, foi transferida para Cavalcante, “por não arrecadar o suficiente para cobrir as despesas de sua manutenção”.( PARENTE, 1999, p. 51)
A Coroa Portuguesa mandou investigar as razões da diminuição da arrecadação da Casa de Fundição de São Félix. Foram tomadas algumas providências como a instalação de um registro, posto fiscal, entre Santa Maria (Taguatinga) e Vila do Duro (Dianópolis). Outra tentativa para reverter o quadro da arrecadação foi organizar bandeiras para tentar novos descobrimentos. Tem-se notícia do itinerário de apenas duas. Uma dirigiu-se rumo ao Pontal (região de Porto Real), pela margem esquerda do Tocantins e entrou em conflito com os Xerente, resultando na morte de seu comandante.
A outra saiu de Traíras (nas proximidades de Niquelândia (GO) para as margens do rio Araguaia em busca dos Martírios, serra onde se acreditava existir imensas riquezas auríferas. Mas a expedição só chegou até a ilha do Bananal onde sofreu ataques dos Xavante e Javaé, dali retornando.
No período de 1779 a 1822, ocorreu a queda brusca da arrecadação do quinto com o fim das descobertas do ouro de aluvião, predominando a faiscagem nas minas antigas. Quase sem transição, chegou a súbita decadência.
A crise econômica
O declínio da mineração foi irreversível e arrastou “consigo os outros setores a uma ruína parcial: diminuição da importação e do comércio externo, menor arrecadação de impostos, diminuição da mão-de-obra pelo estancamento na importação de escravos, estreitamento do comércio interno, com tendência à formação de zonas de economia fechada e um consumo dirigido à pura subsistência, esvaziamento dos centros de população, ruralização, empobrecimento e isolamento cultural”( PALACIN, 1979, p. 133). Toda a capitania entrou em crise e nada foi feito para a sua revitalização. Endividados com os comerciantes, os mineiros estavam descapitalizados.
A avidez pelo lucro fácil, tanto das autoridades administrativas metropolitanas quanto dos mineiros e comerciantes, não admitiu perseveranças. O local onde não se encontrava mais ouro era abandonado. Os arraiais de ouro, que surgiam e desapareciam no Tocantins, contribuíram apenas para o expansionismo geográfico. Cada vez se adentrava mais o interior em busca do ouro aluvional, mas em vão.
No norte da capitania a crise foi mais profunda. Isolada tanto propositadamente quanto geograficamente, essa região sempre sofreu medidas que frearam o seu desenvolvimento. A proibição da navegação fluvial pelos rios Tocantins e Araguaia eliminou a maneira mais fácil e econômica de a região atingir outros mercados consumidores das capitanias do norte da colônia. O caminho aberto que ligava Cuiabá a Goiás não contribuiu em quase nada para interligar o comércio da região com outros centros abastecedores, visto que o mercado interno estava voltado ao litoral nordestino. Esse isolamento, junto com o fato de não se incentivar a produção agro-pecuária nas regiões mineiras, tornava abusivo o preço de gêneros de consumo e favorecia a especulação. A carência de transportes, a falta de estradas e o risco freqüente de ataques indígenas dificultavam o comércio.
Além destas dificuldades, o contrabando e a cobrança de pesados tributos contribuíram para drenagem do ouro para fora da região. Dos impostos, somente o quinto era remetido para Lisboa. Todos os outros (entradas, dízimos, contagens, etc.) eram destinados à manutenção da colônia e da própria capitania.
Inviabilizadas as alternativas de desenvolvimento econômico devido à falta de acumulação de capital e ao atrofiamento do mercado interno após o fim do ciclo da mineração, a população se volta para a economia de subsistência.
Nas últimas décadas do século XVIII e início do século XIX, toda a capitania estava mergulhada numa situação de crise, o que levou os governantes goianos a voltarem suas atenções para as atividades econômicas que antes sofreram proibições, objetivando soerguer a região da crise em que mergulhara.

g) Subsistência da população e a integração econômica

Na segunda década do século XIX, com o fim da mineração, os aglomerados urbanos estacionaram ou desapareceram e grande parte da população abandonou a região. Os que permaneceram foram para zona rural e dedicaram-se à criação de gado e agricultura, produzindo apenas algum excedente para aquisição de gêneros essenciais.( PALACIN, 1989, p. 46)
Toda a capitania entrou num processo de estagnação econômica. No norte, o quadro de abandono, despovoamento, pobreza e miséria foi descrito por muitos viajantes e autoridades que passaram pela região nas primeiras décadas do século XIX.
Saint-Hilaire, na divisa norte/sul da capitania, revelou: "à exceção de uma casinha que me pareceu abandonada, não encontrei durante todo o dia nenhuma propriedade, nenhum viajante, não vi o menor trato de terra cultivada, nem mesmo um único boi".
Johann Emanuel Pohl, anos depois, passando pelo povoado de Santa Rita constatou: "é um lugar muito pequeno, em visível decadência (...). Por não haver negros, por falta de braços, as lavras de ouro estão inteiramente descuradas e abandonadas".
O desembargador Theotônio Segurado, que mais tarde se tornaria ouvidor da Comarca do Norte, em relatório de 1806, deu conta das penúrias em que vivia a região em função tanto do abandono como da falta de meios para contrapor esse quadro: "A capitania nada exportava; o seu comércio externo era absolutamente passivo: os gêneros da Europa, vindos em bestas do Rio ou Bahia pelo espaço de 300 léguas, chegavam caríssimos; os negociantes vendiam tudo fiado: daí a falta de pagamentos, daí as execuções, daí a total ruína da Capitania".
Diante dessa situação, a Coroa Portuguesa tomou consciência de que só através do povoamento, da agricultura, da pecuária e do comércio com outras regiões que a capitania poderia retomar o fluxo comercial de antes. Como saída para a crise voltaram-se as atenções para as possibilidades de ligação comercial com o litoral, através da capitania do Pará, pela navegação dos rios Tocantins e Araguaia.( CAVALCANTE, 1999,p.39)
As picadas, os caminhos e a navegação pelos rios Tocantins e Araguaia, todos interditados na época da mineração para conter o contrabando, foram liberados desde 1782. Como efeito imediato o norte começou a se relacionar com o Pará, ainda que de forma precária e inexpressiva.
Nas primeiras décadas do século XIX, o desembargador Theotônio Segurado já apontava a navegação dos rios Tocantins e Araguaia como alternativa para o desenvolvimento da região através do estímulo à produção para um comércio mais vantajoso tanto no norte como em toda a Capitania, diferente do tradicionalmente realizado com a Bahia, Minas Gerais e São Paulo. Com esse fim propôs a formação de companhias de comércio, o estímulo à agricultura, o povoamento das margens desses rios oferecendo isenção por dez anos do pagamento de dízimos aos que ali se estabelecessem, e, aos comerciantes, concessão de privilégios na exportação para o Pará ( CAVALCANTE, 1999).
Com estas propostas chamou a atenção das autoridades governamentais para a importância do comércio de Goiás com o Pará, através dos rios Araguaia e Tocantins. Foi ele próprio realizador de viagens para o Pará incentivando a navegação do Tocantins. Destacou-se como um grande defensor dos interesses da região quando foi ouvidor da Comarca do norte. A criação dessa comarca visava promover o povoamento no extremo norte para fomentar o comércio e a navegação dos rios Araguaia e Tocantins.

h) Criação da Comarca do Norte - 1809

Para facilitar a administração, a aplicação da justiça e, principalmente, incentivar o povoamento e o desenvolvimento da navegação dos rios Tocantins e Araguaia, o Alvará de 18 de março de 1809 dividiu a Capitania de Goiás em duas comarcas (regiões): a Comarca do Sul e a Comarca do Norte. Esta recebeu o nome de Comarca de São João das Duas Barras, assim como chamaria a vila que, na confluência do Araguaia no Tocantins se mandaria criar com este mesmo nome para ser sua sede. Para nela servir foi nomeado o desembargador Joaquim Theotônio Segurado como seu ouvidor.
A nova comarca compreendia os julgados de Porto Real, Natividade, Conceição, Arraias, São Félix, Cavalcante, Traíras e Flores. O arraial do Carmo, que já tinha sido cabeça de julgado, perde essa condição que foi transferida para Porto Real, ponto que começava a prosperar com a navegação do Tocantins. Enquanto não se fundava a vila de São João das Duas Barras, Natividade seria a sede da ouvidoria. A função primeira de Theotônio Segurado era designar o local onde deveria ser fundada essa vila.
Alegando a distância e a descentralização em relação aos julgados mais povoados, o ouvidor e o povo do norte solicitaram a D. João autorização para a construção da sede da comarca em outro local. No lugar escolhido por Segurado, o alvará de 25 de janeiro de 1814 autorizava a construção da sede na confluência dos rios Palma e Paranã, a vila de Palma, hoje a cidade de Paranã.
A vila de São João das Duas Barras recebeu o título de vila, mas nunca chegou a ser construída. Theotônio Segurado, administrador da Comarca do Norte, muito trabalhou para o desenvolvimento da navegação do Tocantins e o incremento do comércio com o Pará. Assumiu posição de liderança como grande defensor dos interesses regionais e, tão logo se mostrou oportuno, não hesitou em reivindicar legalmente a autonomia político-administrativa da região.
O 18 de março foi, oficialmente, considerado o Dia da Autonomia pela lei 960 de 17 de março de 1998, por ser a data da criação da Comarca do Norte, estabelecida como marco inicial da luta pela emancipação do Estado.

i) Movimento Separatista do Norte de Goiás - 1821 a 1824

A Revolução do Porto no ano de 1820, em Portugal, exigindo a recolonização do Brasil, mobilizou na colônia, especificamente no litoral, a elite intelectualizada em prol da emancipação do país. Em Goiás, essas idéias liberais refletiram na tentativa de derrubar a própria personificação da dominação portuguesa: o capitão-general Manoel Sampaio.
Houve uma primeira investida nesse sentido em 1821, sob a liderança do capitão Felipe Antônio Cardoso e do pe. Luiz Bartolomeu Marques. Coube ao primeiro mobilizar os quartéis e ao segundo conclamar o povo e lideranças para a preparação de um golpe que iria depor Sampaio. Contudo, houve uma denúncia sobre o golpe e, em seguida, foi ordenada a prisão dos principais líderes rebeldes. O pe. Marques conseguiu fugir e novamente articulou contra o capitão-general. Sampaio impôs sua autoridade e os rebeldes foram expulsos da capital Vila Boa. Alguns vieram para o norte, como o capitão Cardoso, que teve ordem para se retirar para o distrito de Arraias, e o pe. José Cardoso de Mendonça, enviado para a aldeia de Formiga e Duro.
Mas os acontecimentos que ocorreram na capital não ficaram isolados. A idéia da nomeação de um governo provisório, depois de fracassada na capital, foi aclamada no norte onde já havia anseios separatistas. O desejo do padre Luiz Bartolomeu Marques não era outro senão a independência do Brasil. E a deposição de Sampaio seria apenas o primeiro passo. Para este fim contavam com o vigário de Cavalcante, Francisco Joaquim Coelho de Matos, que cedeu a direção das coisas ao desembargador Joaquim Theotônio Segurado.
No dia 14 de setembro, um mês após a frustrada tentativa de deposição de Sampaio, instalou-se o governo independencista do norte, com capital provisória em Cavalcante. O ouvidor da Comarca do Norte, Theotônio Segurado, presidiu e estabeleceu essa junta provisória até janeiro de 1822. No dia seguinte, o governo provisório da Comarca da Palma fez circular uma proclamação em que declarou-se separado do governo.( ALENCASTRE, 1979). As justificativas para a separação do norte em relação ao centro-sul de Goiás eram, para Segurado, de natureza econômica, política, administrativa e geográfica.
A instalação de um governo independente - não necessariamente em relação à Coroa Portuguesa, mas sim ao governo do capitão-general da Comarca do Sul - parecia ser o único objetivo de Theotônio Segurado. A sua posição não-independencista provocou a insatisfação de alguns dos seus correligionários políticos e a retirada de apoio à causa separatista. Em outubro de 1821, transfere a capital para Arraias provocando oposição e animosidade dos representantes de Cavalcante. Com o seu afastamento em janeiro de 1822, quando partiu para Lisboa como deputado representante de Goiás na Corte, agravou a crise interna.
“A partir dessa data uma série de atritos parecem denunciar que a junta havia ficado acéfala. Na ausência de Segurado, nenhuma liderança capaz de impor-se com a autoridade representativa da maioria dos arraiais conseguiu se firmar. Pelo contrário, os interesses particulares dos líderes de Cavalcante, Palmas, Arraias e Natividade se sobrepuseram à causa separatista regional”.( CAVALCANTE, 1999,p.64)

j) Trajetória de luta pela criação do Tocantins

No final do século XIX e no decorrer do século XX, a idéia de se criar o Tocantins, estado ou território, esteve inserida no contexto das discussões apresentadas em torno da redivisão territorial do país, no plano nacional. Mas, a concretização desta idéia só veio com a Constituição de 1988 que criou o Estado do Tocantins pelo desmembramento do estado de Goiás.
Ainda no Império, duas tentativas: a defesa de Visconde de Taunay, na condição de deputado pela Província de Goiás, propondo a separação do norte goiano para a criação da Província da Boa Vista do Tocantins, com a vila capital em Boa Vista (Tocantinópolis), em 1863; e, de modo mais concreto, em 1889, com o projeto de Fausto de Souza para a redivisão do Império em 40 províncias, constando a do Tocantins na região que compreendia o norte goiano.
Nas primeiras décadas da República o discurso separatista sobreviveu na imprensa regional, principalmente de Porto Nacional - maior centro econômico e político da época - em periódicos como "Folha do Norte" e "Norte de Goiás". A partir da década de 1930 que o discurso retorna à esfera nacional.
Após a criação pela Constituição de 1937 dos territórios do Amapá, Rio Branco, Guaporé - atual Rondônia - Itaguaçu e Ponta Porã (extintos pela Constituição de 1946), houve também quem defendesse a criação do território do Tocantins.
A criação do Estado do Tocantins - 1988
O ano era 1987. As lideranças souberam aproveitar o momento oportuno para mobilizar a população em torno de um projeto de existência quase secular e pelo qual lutaram muitas gerações: a autonomia política do norte goiano, já batizado Tocantins.
A Conorte apresentou à Assembléia Constituinte uma emenda popular com cerca de 80 mil assinaturas como reforço à proposta de criação do Estado. Foi criada a União Tocantinense, organização supra-partidária com o objetivo de conscientização política em toda a região norte para lutar pelo Tocantins também através de emenda popular. Com objetivo similar, nasceu o Comitê Pró-Criação do Estado do Tocantins, que conquistou importantes adesões para a causa separatista. "O povo nortense quer o Estado do Tocantins. E o povo é o juiz supremo. Não há como contestá-lo", reconhecia o governador de Goiás na época, Henrique Santilo. ( SILVA, 1999,p.237)
Em junho, o deputado Siqueira Campos, relator da Subcomissão dos Estados da Assembléia Nacional Constituinte, redige e entrega ao presidente da Assembléia, o deputado Ulisses Guimarães, a fusão de emendas criando o Estado do Tocantins que foi votada e aprovada no mesmo dia.
Pelo artigo 13 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição, em 05 de outubro de 1988, nascia o Estado do Tocantins.
A eleição dos primeiros representantes tocantinenses foi realizada em 15 de novembro de 1988, pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, junto com as eleições dos prefeitos municipais. Além do governador e seu vice, foram escolhidos os senadores e deputados federais e estaduais.
A cidade de Miracema do Norte, localizada na região central do novo Estado, foi escolhida como capital provisória. No dia 1º de janeiro de 1989 foi instalado o Estado do Tocantins e empossados o governador, José Wilson Siqueira Campos; seu vice, Darci Martins Coelho; os senadores Moisés Abrão Neto, Carlos Patrocínio e Antônio Luiz Maya; juntamente com oito deputados federais e 24 deputados estaduais.
Ato contínuo, o governador assinou decretos criando as Secretarias de Estado e viabilizando o funcionamento dos poderes Legislativo e Judiciário e dos Tribunais de Justiça e de Contas. Foram nomeados o primeiro secretariado e os primeiros desembargadores. Também foi assinado decreto mudando o nome das cidades do novo Estado que tinham a identificação "do Norte" e passaram para "do Tocantins". Foram alterados, por exemplo, os nomes de Miracema do Norte, Paraíso do Norte e Aurora do Norte para Miracema do Tocantins, Paraíso do Tocantins e Aurora do Tocantins.
No dia 5 de outubro de 1989, foi promulgada a primeira Constituição do Estado, feita nos moldes da Constituição Federal. Foram criados mais 44 municípios além dos 79 já existentes. Atualmente, o Estado possui 139 municípios.
Foi construída, no centro geográfico do Estado, numa área de 1.024 Km2 desmembrada do município de Porto Nacional, a cidade de Palmas, para ser a sede do governo estadual. Em 1º de janeiro de 1990, foi instalada a capital.

l) Criação do Estado do Tocantins - 1988

O ano era 1987. As lideranças souberam aproveitar o momento oportuno para mobilizar a população em torno de um projeto de existência quase secular e pelo qual lutaram muitas gerações: a autonomia política do norte goiano, já batizado Tocantins.
A Conorte apresentou à Assembléia Constituinte uma emenda popular com cerca de 80 mil assinaturas como reforço à proposta de criação do Estado. Foi criada a União Tocantinense, organização supra-partidária com o objetivo de conscientização política em toda a região norte para lutar pelo Tocantins também através de emenda popular. Com objetivo similar, nasceu o Comitê Pró-Criação do Estado do Tocantins, que conquistou importantes adesões para a causa separatista. "O povo nortense quer o Estado do Tocantins. E o povo é o juiz supremo. Não há como contestá-lo", reconhecia o governador de Goiás na época, Henrique Santilo. ( SILVA, 1999,p.237)
Em junho, o deputado Siqueira Campos, relator da Subcomissão dos Estados da Assembléia Nacional Constituinte, redige e entrega ao presidente da Assembléia, o deputado Ulisses Guimarães, a fusão de emendas criando o Estado do Tocantins que foi votada e aprovada no mesmo dia.
Pelo artigo 13 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição, em 05 de outubro de 1988, nascia o Estado do Tocantins.
A eleição dos primeiros representantes tocantinenses foi realizada em 15 de novembro de 1988, pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, junto com as eleições dos prefeitos municipais. Além do governador e seu vice, foram escolhidos os senadores e deputados federais e estaduais.
A cidade de Miracema do Norte, localizada na região central do novo Estado, foi escolhida como capital provisória. No dia 1º de janeiro de 1989 foi instalado o Estado do Tocantins e empossados o governador, José Wilson Siqueira Campos; seu vice, Darci Martins Coelho; os senadores Moisés Abrão Neto, Carlos Patrocínio e Antônio Luiz Maya; juntamente com oito deputados federais e 24 deputados estaduais.
Ato contínuo, o governador assinou decretos criando as Secretarias de Estado e viabilizando o funcionamento dos poderes Legislativo e Judiciário e dos Tribunais de Justiça e de Contas. Foram nomeados o primeiro secretariado e os primeiros desembargadores. Também foi assinado decreto mudando o nome das cidades do novo Estado que tinham a identificação "do Norte" e passaram para "do Tocantins". Foram alterados, por exemplo, os nomes de Miracema do Norte, Paraíso do Norte e Aurora do Norte para Miracema do Tocantins, Paraíso do Tocantins e Aurora do Tocantins.
No dia 5 de outubro de 1989, foi promulgada a primeira Constituição do Estado, feita nos moldes da Constituição Federal. Foram criados mais 44 municípios além dos 79 já existentes. Atualmente, o Estado possui 139 municípios.
Foi construída, no centro geográfico do Estado, numa área de 1.024 Km2 desmembrada do município de Porto Nacional, a cidade de Palmas, para ser a sede do governo estadual. Em 1º de janeiro de 1990, foi instalada a capital.

m) Bibliografia

- BARROS, Otávio. Breve História do Tocantins, 1º edição, FIETO, Araguaína, 1996
- BARROS, Otávio. Tocantins, Conhecendo e Fazendo História, 1º edição, SECOM, Palmas, 1998.
- PALACIN, Luís, MORAES, Maria Augusta Sant’anna. História de Goiás (1722-1972) 5º ed. Goiânia: Ed. Da UCG, 1989.
- O Século do Ouro em Goiás. 3º ed. Goiânia: Oriente, Brasília: INL, 1979.
- CAVALCANTE, Maria do Espírito Santo Rosa. Tocantins: O Movimento Separatista do Norte de Goiás, 1821-1988 - São Paulo: A Garibaldi, Editora da UCG, 1999.
- SILVA, Francisco Ayres da. Caminhos de Ouhãra - 2° ED. Porto Nacional: Prefeitura Municipal, 1999.
- PARENTE, Temis Gomes- Fundamentos Históricos do Estado do Tocantins Goiânia: ED. da UFG, 1999.
- ALENCASTRE, José Martins Pereira de. Anais da Província de Goiás. Goiânia: SUDECO/Governo de Goiás, 1979.

Todo povo do Estado do Tocantins faz parte dessa história.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

CONCÚRSO PÚBLICO NO TOCANTINS

 Cadê o concurso público que o FTJ jolgou que era para ter concursos público no tocantins.
Ou eu sou um asnos ou FTJ  não tem pode nem no tocantins, por que o atual governo so
mudou de nome de CARGO EM COMISSAO para  CONT TEMP ESPECIAL.

Povo tocantinense merece uma reposta do governo se vai ter ou não concursos público.









sábado, 16 de julho de 2011

DENUNCIA NO TOCANTINS

 
Olha o que  acantecer no tocantins.













Palácio Araguaia
 O Tocantins envergonha se de seus
Representante e de tantas denúncias,
Que abalar os povos tocantinenses,
Atual governo prometeu na época de  campanha
Que iria  abaixa á energia elétrica teve foi um
Reajusto e a Aneel reduz de 7,67% para 7,36% reajuste na tarifa do TO
O reajuste, que impacta 456.666 unidades consumidoras dos 139 municípios tocantinenses, entrou em vigor 04/07/2011. O Supremo Tribunal Federal  deu á sentença  dos  cargos comissionados  e deu um prazo para ser  cumprido nada ate agora foi feito só mudou de cargo comissionados para contrato temporário. Será  que não vai haver concursos no Estado do Tocantins á justiça não vale para o Estado.
Se  existe leis e pra ser compridas, e todos são iguais perante á leis eu espero que o Ministério  público estado  faça cumprir  que o  Supremo Tribunal Federal  exigiu que se  faça concurso. A sociedade espera e que  realmente passa  os mas capacitados para  atender melhor o nosso  povo sofrido  do ESTADO TOCANTINS.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

QUARTO ANOS PASSA RÁPIDO.......



Siqueira Campos (PSDB), eleito governador do TO
(Foto: Inez Freitas/Futura Press)
 
Na campanha política para governador o candidato Siqueira Campos
Disse que ai abaixa o preço da energia elétrica, mas não foi isso que aconteceu, seis meses depois que assumiu o governo a energia elétrica teve aumento de preço, será por que? Se não da conta de cumprir a promessa de abaixa o preço da energia por que promete se não tem essa capacidade. O povo do Tocantins merece respeito e não precisa ser enganado por falsas promessas de campanha política de certo candidato. Eu espero que o povo Tocantinenses não esqueça de tudo que esta acontecendo na proxíma eleções de 2014 o povo vote no canidato certo.  







terça-feira, 4 de janeiro de 2011

JANEIRO

 

JANEIRO

1 Dia da Confraternização Universal
1 Dia Mundial da Paz
2 Dia da Abreugrafia
5 Criação da 1ª Tipografia no Brasil
6 Dia de Reis
6 Dia da Gratidão
7 Dia da Liberdade de Cultos
8 Dia do Fotógrafo
9 Dia do Fico (1822)
9 Dia do Astronauta
14 Dia do Enfermo
15 Dia dos Adultos
15 Dia Mundial do Compositor
20 Dia do Farmacêutico
20 Dia do Brinde
20 Dia do Museu de Arte Moderna do RJ
21 Dia Mundial da Religião
24 Dia do Aposentado
24 Dia da Previdência Social
24 Dia da Constituição
24 Instituição do Casamento civil no Brasil
25 Dia do Carteiro
25 Fundação de São Paulo
25 Criação dos Correios e Telégrafos no Brasil  (11/maio  Integração do Telégrafo no Brasil )
27 Dia da Elevação do Brasil Vice-Reinado (1763)
28 Dia da Abertura dos Portos (1808)
29 Dia do Jornalista
30 Dia da Saudade
30 Dia do Portuário
30 Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos
30 Dia da Não-Violência
31 Dia Mundial do Mágico
31 Dia do lançamento do 1º Satélite  EUA (1958)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Justiça decreta prisão de Melquíades Neto por desobediência ao não transferir criança para tratamento médico em “in loco”: Secretaria apura os fatos.


SÍMBOLO DA VIDA
Foi deferido na manhã desta terça-feira, 7, o pedido de prisão do Secretário Estadual de Saúde, Melquíades Neto, pelo crime de desobediência
e prevaricação. Promotora de Justiça Zenaide Aparecida da Silva, afirmou que no dia 26 de novembro a mãe da criança protocolou no Ministério
Público pedido a transferência da criança, até quando que vai acontecer esse tipo de comportamento por parte das autoridades competente do
Nosso estado, se a Constituição falar que todo Cidadão tem direito á saúde, educação, segurança e lazer.



        Por que á tantos problemas para garantir o básico á nossa sociedade e quando consegue os políticos e autoridades acha que esta fazendo favor
e  não lembrar que eles estão sendo pagos para cuida da sociedade em geral.  O pedido foi deferido pela juíza da Infância e Juventude Silvana Parfeniuk na manhã
 Desta terça-feira, 7, pelo fato do Estado não cumprir uma decisão anterior de transferir uma criança de dois meses, com um tumor no pescoço para ser atendida em outro domicílio que tenha mais tecnologia adequada da doença.

            Quero aqui parabenizar a justiça por garantir o falar a constituição Brasileira, o povo merece respeito e que a sociedade não precisa recorre na Justiça Para consegui o que de direito de todo cidadão.     

sábado, 20 de novembro de 2010

O amanhecer do Tocantins



Cachoeira
Hoje o Tocantins amanhecer e com o
Amanhecer seu povo renovar a vontade
De viver, as esperança de uma vida melhor
De um mundo mais junto para todos e
Acima de tudo que todo seja igual
Perante á justiça, nosso representantes
Políticos e que a sociedade respeite
Todo o cidadão Brasileiro e Tocantinense
Que viver nesse planeta chamado terra.
Bom dia para todos Brasileiros que Deus
Elimine a todo e que um respeite o direito
De ir e vim da humanidade, a educação
E pra todos seja educado com seu
Próximo e seja feliz.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Santa Rosa do Tocantins

Casa do Saber em Santa Rosa do Tocantins

 

Santa Rosa do Tocantins

Localização: região sudeste
Área: 1.796 Km²
Distância a Palmas: 140 km
Aniversário do município: 1º de junho
População: 4.424 habitantes (2007-IBGE)
Prefeito: DOMINGOS FERREIRA DOS SANTOS
Telefone da prefeitura: 63 - 3388-1143 / 1186 - Fax: 3388-1148
História: o distrito de Santa Rosa foi criado em 1962, emancipado em 1988 e instalado em 1º de junho de 1989. Os primeiros moradores fixaram-se na região, na Fazenda Engenho, por volta de 1857, trazendo consigo vários escravos.
Atrativos: Festival Folclórico de Santa Rosa
Festas populares: Festa do Congo, Santos Reis, São Sebastião, Festa do Divino, Festa de São Miguel, Festejos de Santa Rosa e Festa do Divino Espírito Santo
Padroeira: Santa Rosa (20 de janeiro)
Economia: agropecuária

Santa Tereza do Tocantins

Bandeira de Santa Tereza do Tocantins

 Santa Tereza do Tocantins

Localização: região Leste
Área: 540 Km²
Distância a Palmas: 41 km
Aniversário do município: 1º de junho
População: 2.297 habitantes (2007-IBGE)
Prefeito: TRAJANO PEREIRA NETO
Telefone da prefeitura: 63 - 3527-1121 - Fax: 3527-1159
História: o município foi criado em 5 de outubro de 1989 e instalado em 1º de janeiro de 1993. Santa Tereza é um dos oito municípios que compõem a região do Jalapão.
Festas populares: aniversário da cidade, festa junina e Festa de São Miguel
Economia: agropecuária

Santa Terezinha do Tocantins

Bandeira do Municipio de Santa Terezinha do Tocantins

Santa Terezinha do Tocantins

Localização: região extremo-norte
Área: 540 Km²
Distância a Palmas: 502 km
Aniversário do município: 26 de maio
População: 2.291 habitantes (2007-IBGE)
Prefeito: KLEIBSON BELARMINO DE SOUZA
Telefone da prefeitura: 63 - 3445-1150 / 1183 - Fax: 3445-1110
História: o município foi criado em 1997.
Festas populares: Dia de Santo Reis
Economia: agropecuária

Democracia, Política, preconceito e religião vitaminam intolerância



Política

Religião

Preconceito
Não se pode dizer, ainda, que as agressões da Paulista que vitimaram gays, tiveram motivação homofóbica. Infelizmente não seria nenhuma novidade.


Faz tempo temos convivido com extremismos discriminatórios, que vez por outra transbordam para o noticiário policial. Nordestinos, mendigos, índios e homossexuais estão entre as vítimas preferenciais de operações de limpeza étnica ou expressões de pura arrogância.

Mas mesmo entre aqueles que não agridem, é de se notar que a intolerância e a discriminação têm alcançado índices alarmantes. Que o digam as violentas manifestações no twitter, culpando nordestinos pelo resultado da eleição.
Por pouco, a coisa não piora.

Recentemente soubemos que no começo de agosto grupos neonazistas preparavam manifestação em homenagem a Rudolf Hess, condenado à prisão perpétua por crimes contra a humanidade, dos quais, aliás, morreu dizendo jamais se arrepender.

Denúncia de anarquistas ao Ministério Público paulista desarticulou a passeata que até então vinha sendo preparada em grupos de discussão na Internet, defensores do "orgulho branco".

Os neonazistas chamam Hess de "mensageiro da paz", mas as mensagens que eles mesmos produziam, entre louvações a Hitler e ao poder branco, estavam repletas de afirmações discriminatórias a "anarcos, judeus, pretos e comunistas".

As comunidades afirmam: "somos brancos nacionalistas; há milhares de organizações promovendo os interesses, valores e heranças dos não-brancos. Nós promovemos os nossos".

Lembrar o nazismo parece um absurdo de alucinados saudosistas da barbárie.

Mas o tom do recente manifesto "São Paulo para os Paulistas" não destoa muito destas palavras de reverência ao "orgulho branco".

Trocados migrantes por judeus e paulistas por arianos, a idéia de "defender o que é verdadeiramente nosso", tipicamente paulista, sem mistura, não está longe daquela que alavancou o nazismo, tenham eles consciência ou não disso.

O documento que circulou pela web se afirmou anti-racista e contra o preconceito. Mas está fincado, basicamente, na idéia de "soberania do paulista em sua terra".

Os migrantes, sobretudo nordestinos, são acusados de promover bagunças, invasões de propriedade e ocupar empregos dos paulistas, com a mesma contundência que se vê nos grupos xenófobos europeus em relação a árabes e africanos.

"A grande maioria dos crimes, violências e fraudes, está relacionada a migrantes", sustenta o abaixo-assinado, sendo estes, ainda, os que "mais se apoderam dos serviços públicos".

A campanha, para além de glorificar o "orgulho paulista", propõe absurdas limitações no uso de serviços estatais e acesso a cargos públicos, a serem restritos aos da terra. A migração deveria ser revertida, apregoam, lembrando que "os migrantes possuem altíssima taxa de natalidade e ocupam espaços que pertencem ao povo paulista"; ademais, "promovem arruaças em transportes públicos, saciam a fome e impõem seus costumes aos bandeirantes".

A xenofobia não é nada nova, mas foi recentemente vitaminada por uma campanha eleitoral repleta de desinformação e despolitização.

Durante a eleição presidencial, muitos foram os analistas que atribuíam uma possível vitória de Dilma a seu desempenho no Nordeste. Ouvimos ad nauseam tais comentários, insinuando um país eleitoralmente dividido, além do preconceito enrustido sob a crítica da eleição ganha por intermédio de favores aos mais pobres.

Os números foram severos com esses argumentos, pois Dilma venceu expressivamente no Sudeste e teria sido eleita mesmo sem os votos do Norte e Nordeste. Mas a impressão de um país rachado entre cultos e incultos, Sul e Norte, já havia conquistado muitos corações e mentes na elite paulista.

Afinal, como dizia Sartre, o inferno são os outros. São eles que responsabilizamos por nossos fracassos, porque é custoso demais atribuir os erros a nós mesmos.

A tática do vale-tudo e a adesão desesperada à estratégia típica dos ultraconservadores norte-americanos, de trazer a religião para os palanques, ou levar a política para os cultos, estimulou ainda uma nova rodada de preconceitos.

Não bastasse a questão do aborto ter sido tratada como ponto central da disputa, religiosos exigiam dos candidatos rejeição ao casamento gay e a não-criminalização da homofobia, instrumentos que apenas aprofundam a discriminação pela orientação sexual.

Os níveis diferenciados de crescimento das regiões mais pobres, a ascensão social provocada pelos mecanismos de transferência de renda, a ampliação da classe média e a redução da sensação de exclusividade são, paradoxalmente, condimentos para a evolução da intolerância.

Tradicionalmente os momentos de mobilidade social são tão sensíveis quanto aqueles de depressão.

Que saibamos evitar no crescimento a intolerância de que sempre soubemos desviar nos momentos de crise.

Marcelo Semer é Juiz de Direito em São Paulo. Foi presidente da Associação Juízes para a Democracia. Coordenador de "Direitos Humanos: essência do Direito do Trabalho" (LTr) e autor de "Crime Impossível" (Malheiros) e do romance "Certas Canções" (7 Letras). Responsável pelo Blog Sem Juízo.

Fale com Marcelo Semer: marcelo_semer@terra.com.br

Fonte: Rosimar - PT



Lacração da frota de veículos no Tocantins será atualizada em 2011


Avenida Joaquim Teotônio Segurado
Os veículos que ainda estão circulando com os lacres antigos, no Tocantins, a partir do dia 1º de janeiro de 2011 passarão por uma atualização. A medida se faz necessária para atender a portaria 272/2007 do Denatran - Departamento Nacional de Trânsito, que estabelece que toda a frota nacional atualize seus lacres até 31 de dezembro de 2011.


Como a implantação do lacre ocorreu em março/2010 no Estado do Tocantins, e a Sefaz – Secretaria da Fazenda, já havia distribuído os DARE’s contendo os débitos dos veículos da frota do Estado, desta forma, o DETRAN/TO entendeu que é necessária a realização de um levantamento, tendo em vista que no início de 2010, grande parte da frota, não fez a substituição do lacre.

Considerando o quadro e tendo em vista que a implantação do DETRAN-Net/TO se deu em setembro deste ano, proporcionando maior segurança às operações, o Detran optou por deixar flexível o pagamento da taxa do lacre até 31 de dezembro de 2010.

A portaria já em vigor define que a troca do lacre deverá ser feira em carros novos, na data do primeiro emplacamento, em veículos registrados, quando da mudança de propriedade ou município e nos serviços em que necessitem da vistoria.

Lacre
É o sistema de informações que permite a rastreabilidade dos lacres desde a sua fabricação, envio e recepção, aplicação e descarte, permitindo as interfaces de acesso e consulta aos meios de armazenamento, guarda, propriedade e a disponibilização dos dados das informações dos lacres e da lacração, como meio de integração e certificação do RENAVAM – Registro Nacional de Veículos Automotor.

De acordo com a portaria os veículos deverão ter suas placas lacradas à sua estrutura com lacres de segurança de alta resistência e durabilidade, que apresentem resistência mecânica, estabilidade dimensional e características de inviolabilidade. Os lacres deverão conter, além da personalização moldada em alto relevo da sigla “DETRAN” seguida da “UF”, uma codificação numérica seqüencial composta de nove dígitos numéricos e um dígito verificador gravado a laser ou estampado, de modo indelével, garantindo, a partir destas duas informações, a unicidade do lacre e seu controle. (Informações da ascom/Detran)

TSE cassa candidatura de ex-governador do Tocantins


cassado por abuso de poder com base na ficha limpa

O registro de candidatura de Marcelo Miranda (PMDB-TO) foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta última terça-feira, com base na Lei da Ficha Limpa. Ele disputou o Senado no primeiro turno realizado em outubro e recebeu votos suficientes para conquistar uma das vagas na Casa.

Por cinco votos a dois, o plenário decidiu que Miranda está inelegível, por conta de uma condenação por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2006. Em 2009, ele cassado  ao cargo de governador de Tocantins. Como havia sido eleito em primeiro turno, um pleito indireto foi realizado para um mandato-tampão.

A decisão ainda cabe recurso no Superior Tribunal Federal (STF). Com a decisão da Justiça Eleitoral, Marcelo Miranda não pode ser diplomado no dia 17 de dezembro, tampouco tomar posse do cargo. Em seu lugar, entra o terceiro mais votado no primeiro turno: Vicente Alves de Oliveira (PR), que teve 332.295 votos.

Videoconferência discute ações de tratamento e diagnóstico da doença


Tratamento e Dignóstico da Doença da Dengue

O Ministério da Saúde realizou nesta quinta-feira uma videoconferência para discutirmétodos de atendimento, diagnóstico e tratamento de pacientes com suspeita de dengue. Profissionais de saúde de todo o Brasil participaram gratuitamente, pela internet, ou em salas de videoconferência, da palestra Aspectos do Manejo Clínico no paciente com Dengue. Segundo o coordenador do programa nacional de controle da dengue, Giovanini Coelho, este tipo de trabalho, como a videoconferência, é fundamental para qualificar o trabalho dos profissionais de saúde.


Coordenador do programa nacional de controle da dengue Giovanini Coelho

"Realizar o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno nos casos de dengue, é a medida fundamental para evitar que esses casos de dengue desenvolvam. Então é importante essa atividade dessa videoconferência porque ela vai, por intermédio de um profissional altamente qualificado, levar a centenas de profissionais de saúde, informações fundamentais para o atendimento ao paciente com dengue."

Giovanini Coelhoexplica que a transmissão pela internet, com participação gratuita, amplia o número de participantes e, conseqüente, estende as discussões sobre a melhoria do tratamento e diagnóstico da dengue em todo o país. O coordenador do programa nacional de controle da dengue destaca os temas abordados na palestra do infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

Coordenador do programa nacional de controle da dengue – Giovanini Coelho

"Aspectos relacionados à fisiopatogenia da dengue, aspectos relacionados ao diagnóstico da doença e aspectos relacionados ao manejo adequado do paciente com dengue. Seja um paciente adulto, seja um paciente pediátrico."

Ainda segundo o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, todos os participantes fizeram intervenções, com perguntas e comentários. A palestra "Aspectos do Manejo Clínico" foi transmitida para todo o Brasil da sala da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em Brasília. A videoconferência sobre a dengue teve duas horas de duração.

Fonte: Tocantins Notícias





Adapec alerta produtores para últimos dias de campanha contra febre aftosa


Vacina Cantra Febre Aftosa
A 10 dias do fim da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa, a Adapec – Agência de Defesa Agropecuária - lembra os pecuaristas sobre a obrigatoriedade da imunização de todos os bovinos e bubalinos em idade vacinal, ou seja, de 0 a 24 meses. Outro alerta é quanto ao prazo que o produtor tem para realizar a comprovação que é de dez dias após a compra das doses da vacina.


“Já conseguimos uma vitória que foi a vacinação parcial dos animais, mas precisamos manter os excelentes índices para continuarmos pleiteando o título de livre sem vacinação”, comentou o presidente da Adapec, José Luciano, sobre a importância da imunização para o Estado, acrescentando que não há previsão de prorrogação da campanha. “Por isso é preciso que todos que ainda não vacinaram se apressem”, completou.

A segunda etapa da campanha começou no dia 1º de novembro e segue até o dia 30. A previsão é que sejam imunizados cerca de 3,5 milhões de bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade, que foram declarados em maio deste ano. Quem deixar de vacinar será multado em R$ 5,32 por cabeça de animal.

Para comprovar a vacinação, o produtor precisa se dirigir ao escritório da Adapec onde a ficha da sua propriedade é cadastrada. Lá ele deve apresentar a nota fiscal das vacinas e a carta aviso, com os dados dos animais como idade e sexo. É com a comprovação da vacina, que a Adapec tem condições de acompanhar a evolução do rebanho tocantinense. Mesmo quem não tem bovídeos em idade vacinal e não comprovará o ato, deve realizar a atualização cadastral junto ao escritório. Para quem deixar de repassar as informações do rebanho, a multa é de R$ 127,69 por propriedade.


Zona Tampão
Na Zona Tampão, que é composta pelos municípios de Barra do Ouro, Goiatins, Campos Lindos, Recursolândia, Lizarda, São Felix e Mateiros, todos os bovinos e bubalinos, independente da faixa etária, devem ser vacinados.

Dados
O Tocantins tem 7.606.090 de bovídeos. Destes, 99,50% foram imunizados na campanha de maio, alcançando o maior índice vacinal registrado até o momento.

Fonte: Adapec - To



Em Brasília, governador Carlos Gaguim cobra liberação do Fundo de Participação dos Estados


REUNIÃO EM BRASÍLIA
 “Vamos reforçar o Fundo de Participação dos Estados e Distrito Federal – FPE; e essa é uma situação geral”. Foi o que afirmou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Augustin Filho, durante audiência realizada com o governador Carlos Henrique Gaguim, nesta quinta-feira, 18, no Ministério da Fazenda, em Brasília. Um novo cronograma de previsão de repasses deverá ser providenciado nos próximos dias visando uma liberação maior dos recursos.
De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, a cobrança de repasses tem sido pleiteada por gestores de todos os Estados. Ao apresentar os números relacionados às transferências de recursos intergovernamentais, para o Tocantins, Carlos Gaguim apontou uma frustração de receita de R$ 245.862.682,61, valor que revela as dificuldades enfrentadas, em função da dependência do Estado em relação ao FPE. “O Estado está fazendo sua parte, entretanto dependemos dos recursos federais. Tivemos uma frustração e precisamos socorrer principalmente as áreas de Saúde e de Segurança Pública”, justificou o governador, durante a audiência.
Segundo dados do Governo do Estado, a previsão de repasse anual do FPE, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional, para o exercício 2010, foi de R$ 2.309.060.233,00; as estimativas mensais referentes aos meses de novembro e dezembro de 2010, somados ao efetivamente arrecadado até outubro, resultam na arrecadação, em 2010, de R$ 2.063.197.550,39, frustrando efetivamente a receita em R$ 245.862.682,61.
A proposta do secretário do Tesouro Nacional é que o Estado apresente um novo cronograma. “A partir do cronograma podemos refazer a previsão, com a possibilidade de maior liberação dos repasses”, adiantou Arno Filho.
A partir desta sinalização, o governador afirmou que continuará na busca da liberação dos recursos, para que sejam cumpridos os compromissos assumidos.  “Vamos também levar a nossa preocupação ao Ministério do Planejamento. Quero honrar os compromissos assumidos com os servidores públicos e fornecedores”, concluiu Carlos Henrique Gaguim.
O subsecretário de Representação, Evandro Campelo, e equipe da STN participaram da audiência com o governador.  

Agricultura Familiar
Ainda na Capital Federal, o governador Carlos Henrique Gaguim marcou presença na XIV Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar no Mercosul, no Centro de Convenções Brasil 21. Também prestigiaram o evento os ministros do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Social e Combate à  Fome, Márcia Lopes, além de representantes dos governos e organizações sociais dos países do Mercosul.
Durante a reunião, foram assinados os acordos de cooperação entre países sobre a agricultura familiar, desenvolvimento rural e segurança alimentar. Um dos programas, em destaque na reunião, foi o de Aquisição de Alimentos –  PAA, realizado pelo MDS, em parceria com diversos órgãos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

HISTÓRIA DO RIO TOCANTINS

MAPA DO TOCANTINS E DOS RIO

RIO TOCANTINS

O Rio Tocantins (Bico de Papagaio em dialeto Tupi) é um rio brasileiro que nasce no estado de Goiás, passando logo após pelos estados do Tocantins, Maranhão e Pará, até chegar na foz do Rio Amazonas, aonde este desemboca as suas águas.
Após a união dos rios Maranhão e Paranã entre os municípios de Paranã e São Salvador do Tocantins (ambos localizados no estado do Tocantins), o rio passa a ser chamado definitivamente de Rio Tocantins. Durante a época das cheias, seu trecho navegável é de aproximadamente 2000 km, entre as cidades de Belém - PA e Lajeado - TO.
O Rio Tocantins é o segundo maior rio totalmente brasileiro (perde apenas para o Rio São Francisco), e também pode ser chamado de Tocantins-Araguaia, após juntar-se ao Araguaia na região do "Bico do Papagaio", que fica localizada entre o Tocantins, o Maranhão e o Pará. É no vale do médio e baixo Rio Tocantins que se encontrava a maior concentração de castanheiras da Amazônia.

A nascente mais longínqua do Rio Tocantins fica localizada na divisa entre os municípios de Ouro Verde de Goiás - GO e Petrolina de Goiás - GO, bem próximo à divisa de ambos com o município de Anápolis - GO. A partir deste ponto, o rio surge com o nome de Rio Padre Souza no município de Pirenópolis - GO.

Usinas Hidrelétricas

O potencial energético instalado no Rio Tocantins é superior a 10.500 MW, através de suas três usinas hidrelétricas:

Usina de Tucuruí
  • Usina Hidrelétrica de Cana Brava no município de Minaçu, Goiás, potência instalada de 456MW.
  • Usina Hidrelétrica de Serra da Mesa no alto Tocantins em Goiás, potência instalada de 1.275 MW;
  • Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães no município de Lajeado-TO, potência instalada de 902 MW;
  • Usina Hidrelétrica Estreito-MA, em construção, tem previsão de funcionamento em 2011, quando irá gerar 584,9 MW.
  • Usina Hidrelétrica de Tucuruí localizada no sul do Pará, é a segunda maior do Brasil, com doze turbinas e potência instalada de 8.370 MW.