sábado, 20 de novembro de 2010

O amanhecer do Tocantins



Cachoeira
Hoje o Tocantins amanhecer e com o
Amanhecer seu povo renovar a vontade
De viver, as esperança de uma vida melhor
De um mundo mais junto para todos e
Acima de tudo que todo seja igual
Perante á justiça, nosso representantes
Políticos e que a sociedade respeite
Todo o cidadão Brasileiro e Tocantinense
Que viver nesse planeta chamado terra.
Bom dia para todos Brasileiros que Deus
Elimine a todo e que um respeite o direito
De ir e vim da humanidade, a educação
E pra todos seja educado com seu
Próximo e seja feliz.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Santa Rosa do Tocantins

Casa do Saber em Santa Rosa do Tocantins

 

Santa Rosa do Tocantins

Localização: região sudeste
Área: 1.796 Km²
Distância a Palmas: 140 km
Aniversário do município: 1º de junho
População: 4.424 habitantes (2007-IBGE)
Prefeito: DOMINGOS FERREIRA DOS SANTOS
Telefone da prefeitura: 63 - 3388-1143 / 1186 - Fax: 3388-1148
História: o distrito de Santa Rosa foi criado em 1962, emancipado em 1988 e instalado em 1º de junho de 1989. Os primeiros moradores fixaram-se na região, na Fazenda Engenho, por volta de 1857, trazendo consigo vários escravos.
Atrativos: Festival Folclórico de Santa Rosa
Festas populares: Festa do Congo, Santos Reis, São Sebastião, Festa do Divino, Festa de São Miguel, Festejos de Santa Rosa e Festa do Divino Espírito Santo
Padroeira: Santa Rosa (20 de janeiro)
Economia: agropecuária

Santa Tereza do Tocantins

Bandeira de Santa Tereza do Tocantins

 Santa Tereza do Tocantins

Localização: região Leste
Área: 540 Km²
Distância a Palmas: 41 km
Aniversário do município: 1º de junho
População: 2.297 habitantes (2007-IBGE)
Prefeito: TRAJANO PEREIRA NETO
Telefone da prefeitura: 63 - 3527-1121 - Fax: 3527-1159
História: o município foi criado em 5 de outubro de 1989 e instalado em 1º de janeiro de 1993. Santa Tereza é um dos oito municípios que compõem a região do Jalapão.
Festas populares: aniversário da cidade, festa junina e Festa de São Miguel
Economia: agropecuária

Santa Terezinha do Tocantins

Bandeira do Municipio de Santa Terezinha do Tocantins

Santa Terezinha do Tocantins

Localização: região extremo-norte
Área: 540 Km²
Distância a Palmas: 502 km
Aniversário do município: 26 de maio
População: 2.291 habitantes (2007-IBGE)
Prefeito: KLEIBSON BELARMINO DE SOUZA
Telefone da prefeitura: 63 - 3445-1150 / 1183 - Fax: 3445-1110
História: o município foi criado em 1997.
Festas populares: Dia de Santo Reis
Economia: agropecuária

Democracia, Política, preconceito e religião vitaminam intolerância



Política

Religião

Preconceito
Não se pode dizer, ainda, que as agressões da Paulista que vitimaram gays, tiveram motivação homofóbica. Infelizmente não seria nenhuma novidade.


Faz tempo temos convivido com extremismos discriminatórios, que vez por outra transbordam para o noticiário policial. Nordestinos, mendigos, índios e homossexuais estão entre as vítimas preferenciais de operações de limpeza étnica ou expressões de pura arrogância.

Mas mesmo entre aqueles que não agridem, é de se notar que a intolerância e a discriminação têm alcançado índices alarmantes. Que o digam as violentas manifestações no twitter, culpando nordestinos pelo resultado da eleição.
Por pouco, a coisa não piora.

Recentemente soubemos que no começo de agosto grupos neonazistas preparavam manifestação em homenagem a Rudolf Hess, condenado à prisão perpétua por crimes contra a humanidade, dos quais, aliás, morreu dizendo jamais se arrepender.

Denúncia de anarquistas ao Ministério Público paulista desarticulou a passeata que até então vinha sendo preparada em grupos de discussão na Internet, defensores do "orgulho branco".

Os neonazistas chamam Hess de "mensageiro da paz", mas as mensagens que eles mesmos produziam, entre louvações a Hitler e ao poder branco, estavam repletas de afirmações discriminatórias a "anarcos, judeus, pretos e comunistas".

As comunidades afirmam: "somos brancos nacionalistas; há milhares de organizações promovendo os interesses, valores e heranças dos não-brancos. Nós promovemos os nossos".

Lembrar o nazismo parece um absurdo de alucinados saudosistas da barbárie.

Mas o tom do recente manifesto "São Paulo para os Paulistas" não destoa muito destas palavras de reverência ao "orgulho branco".

Trocados migrantes por judeus e paulistas por arianos, a idéia de "defender o que é verdadeiramente nosso", tipicamente paulista, sem mistura, não está longe daquela que alavancou o nazismo, tenham eles consciência ou não disso.

O documento que circulou pela web se afirmou anti-racista e contra o preconceito. Mas está fincado, basicamente, na idéia de "soberania do paulista em sua terra".

Os migrantes, sobretudo nordestinos, são acusados de promover bagunças, invasões de propriedade e ocupar empregos dos paulistas, com a mesma contundência que se vê nos grupos xenófobos europeus em relação a árabes e africanos.

"A grande maioria dos crimes, violências e fraudes, está relacionada a migrantes", sustenta o abaixo-assinado, sendo estes, ainda, os que "mais se apoderam dos serviços públicos".

A campanha, para além de glorificar o "orgulho paulista", propõe absurdas limitações no uso de serviços estatais e acesso a cargos públicos, a serem restritos aos da terra. A migração deveria ser revertida, apregoam, lembrando que "os migrantes possuem altíssima taxa de natalidade e ocupam espaços que pertencem ao povo paulista"; ademais, "promovem arruaças em transportes públicos, saciam a fome e impõem seus costumes aos bandeirantes".

A xenofobia não é nada nova, mas foi recentemente vitaminada por uma campanha eleitoral repleta de desinformação e despolitização.

Durante a eleição presidencial, muitos foram os analistas que atribuíam uma possível vitória de Dilma a seu desempenho no Nordeste. Ouvimos ad nauseam tais comentários, insinuando um país eleitoralmente dividido, além do preconceito enrustido sob a crítica da eleição ganha por intermédio de favores aos mais pobres.

Os números foram severos com esses argumentos, pois Dilma venceu expressivamente no Sudeste e teria sido eleita mesmo sem os votos do Norte e Nordeste. Mas a impressão de um país rachado entre cultos e incultos, Sul e Norte, já havia conquistado muitos corações e mentes na elite paulista.

Afinal, como dizia Sartre, o inferno são os outros. São eles que responsabilizamos por nossos fracassos, porque é custoso demais atribuir os erros a nós mesmos.

A tática do vale-tudo e a adesão desesperada à estratégia típica dos ultraconservadores norte-americanos, de trazer a religião para os palanques, ou levar a política para os cultos, estimulou ainda uma nova rodada de preconceitos.

Não bastasse a questão do aborto ter sido tratada como ponto central da disputa, religiosos exigiam dos candidatos rejeição ao casamento gay e a não-criminalização da homofobia, instrumentos que apenas aprofundam a discriminação pela orientação sexual.

Os níveis diferenciados de crescimento das regiões mais pobres, a ascensão social provocada pelos mecanismos de transferência de renda, a ampliação da classe média e a redução da sensação de exclusividade são, paradoxalmente, condimentos para a evolução da intolerância.

Tradicionalmente os momentos de mobilidade social são tão sensíveis quanto aqueles de depressão.

Que saibamos evitar no crescimento a intolerância de que sempre soubemos desviar nos momentos de crise.

Marcelo Semer é Juiz de Direito em São Paulo. Foi presidente da Associação Juízes para a Democracia. Coordenador de "Direitos Humanos: essência do Direito do Trabalho" (LTr) e autor de "Crime Impossível" (Malheiros) e do romance "Certas Canções" (7 Letras). Responsável pelo Blog Sem Juízo.

Fale com Marcelo Semer: marcelo_semer@terra.com.br

Fonte: Rosimar - PT



Lacração da frota de veículos no Tocantins será atualizada em 2011


Avenida Joaquim Teotônio Segurado
Os veículos que ainda estão circulando com os lacres antigos, no Tocantins, a partir do dia 1º de janeiro de 2011 passarão por uma atualização. A medida se faz necessária para atender a portaria 272/2007 do Denatran - Departamento Nacional de Trânsito, que estabelece que toda a frota nacional atualize seus lacres até 31 de dezembro de 2011.


Como a implantação do lacre ocorreu em março/2010 no Estado do Tocantins, e a Sefaz – Secretaria da Fazenda, já havia distribuído os DARE’s contendo os débitos dos veículos da frota do Estado, desta forma, o DETRAN/TO entendeu que é necessária a realização de um levantamento, tendo em vista que no início de 2010, grande parte da frota, não fez a substituição do lacre.

Considerando o quadro e tendo em vista que a implantação do DETRAN-Net/TO se deu em setembro deste ano, proporcionando maior segurança às operações, o Detran optou por deixar flexível o pagamento da taxa do lacre até 31 de dezembro de 2010.

A portaria já em vigor define que a troca do lacre deverá ser feira em carros novos, na data do primeiro emplacamento, em veículos registrados, quando da mudança de propriedade ou município e nos serviços em que necessitem da vistoria.

Lacre
É o sistema de informações que permite a rastreabilidade dos lacres desde a sua fabricação, envio e recepção, aplicação e descarte, permitindo as interfaces de acesso e consulta aos meios de armazenamento, guarda, propriedade e a disponibilização dos dados das informações dos lacres e da lacração, como meio de integração e certificação do RENAVAM – Registro Nacional de Veículos Automotor.

De acordo com a portaria os veículos deverão ter suas placas lacradas à sua estrutura com lacres de segurança de alta resistência e durabilidade, que apresentem resistência mecânica, estabilidade dimensional e características de inviolabilidade. Os lacres deverão conter, além da personalização moldada em alto relevo da sigla “DETRAN” seguida da “UF”, uma codificação numérica seqüencial composta de nove dígitos numéricos e um dígito verificador gravado a laser ou estampado, de modo indelével, garantindo, a partir destas duas informações, a unicidade do lacre e seu controle. (Informações da ascom/Detran)

TSE cassa candidatura de ex-governador do Tocantins


cassado por abuso de poder com base na ficha limpa

O registro de candidatura de Marcelo Miranda (PMDB-TO) foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta última terça-feira, com base na Lei da Ficha Limpa. Ele disputou o Senado no primeiro turno realizado em outubro e recebeu votos suficientes para conquistar uma das vagas na Casa.

Por cinco votos a dois, o plenário decidiu que Miranda está inelegível, por conta de uma condenação por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2006. Em 2009, ele cassado  ao cargo de governador de Tocantins. Como havia sido eleito em primeiro turno, um pleito indireto foi realizado para um mandato-tampão.

A decisão ainda cabe recurso no Superior Tribunal Federal (STF). Com a decisão da Justiça Eleitoral, Marcelo Miranda não pode ser diplomado no dia 17 de dezembro, tampouco tomar posse do cargo. Em seu lugar, entra o terceiro mais votado no primeiro turno: Vicente Alves de Oliveira (PR), que teve 332.295 votos.